Criança ou idoso, adulto ou jovem, homem ou mulher, rico ou pobre, doutor ou analfabeto. Não importa a idade, o sexo, a sua profissão ou muito menos sua condição de estudo ou financeira. Todos podem pescar. Você apenas precisa gostar de pescar.
Para uma pescaria ter sucesso, você precisa ter algumas informações e mesmo assim o resultado da sua pesca pode ser apenas um passeio.
Tenho várias histórias sobre pescaria e conheço vários pescadores que contam aquelas “baita histórias de pescarias”, mas prefiro analisar uma das histórias de pescaria que está registrada na Bíblia e de um taura que se chama Jesus.
Raiava o dia sobre o Mar da Galiléia. Os discípulos, fatigados por uma noite de infrutífero labor, achavam-se ainda em seus barcos, no lago. Jesus viera passar uma hora de calma à beira-mar. Esperava, pela manhãzinha, fruir um período de sossego da multidão que O acompanhava dia a dia. Mas em breve começou o povo a aglomerar-se em torno dele. Seu número cresceu rapidamente, de maneira que Se sentia comprimido de todos os lados. Entretanto, os discípulos haviam vindo para terra. A fim de escapar à pressão da massa, Jesus entrou no barco de Pedro, e pediu-lhe que se afastasse um pouco da praia. Daí Jesus podia ser visto e ouvido melhor por todos e, do barco, ensinava à multidão na praia.
Findo o discurso, Jesus voltou-Se para Pedro, e pediu-lhe que se fizesse ao mar alto, e lançasse as redes para pescar.
A noite era o único tempo propício para pescar com redes nas claras águas do lago. Depois de labutar a noite inteira sem resultado, parecia inútil lançar a rede de dia; Jesus, porém, dera a ordem, e o amor por seu Mestre levou os discípulos a obedecer. Simão e seu irmão deitaram juntos a rede. Ao tentarem recolhê-la, tão grande era a quantidade de peixes apanhados, que começou a romper-se. Foram forçados a chamar Tiago e João em seu auxílio. E havendo recolhido o conteúdo, tão grande era a carga em ambos os barcos, que se viram ameaçados de ir a pique.
Durante aquela triste noite no lago, enquanto separados de Cristo, os discípulos foram duramente premidos pela incredulidade, e cansaram-se num infrutífero labor. Sua presença, porém, lhes ateou a fé, e trouxe-lhes alegria e bom êxito. O mesmo se dá conosco; separados de Cristo, nosso trabalho não dá fruto, e fácil se torna desconfiar e murmurar. Quando Ele está perto, porém, e trabalhamos sob Sua direção, regozijamo-nos nas demonstrações de Seu poder.
A mais profunda lição que o milagre ensinou aos discípulos, é também uma lição para nós - que Aquele cuja palavra pôde apanhar os peixes do mar, podia igualmente impressionar corações humanos, atraindo-os com as cordas de Seu amor, de maneira que Seus servos se tornassem "pescadores de sonhos".
Assim como não na pescaria, não importa se somos crianças, jovens, adultos ou velhos, ricos ou pobres, homens ou mulheres, para sermos pescadores de sonhos o que importa é aceitarmos o chamado e nos entregarmos nas mãos de Jesus neste trabalho.Em vez de realizarmos preparativos para pescar peixes, agora devemos é realizar preparativos para pescar sonhos ( nossos sonhos).
Para não voltarmos de mãos vazias, como muitas vezes ocorre comigo quando vou pescar meu peixe, precisamos lembrar que nossos esforços podem ser efetivos e permanentes, especialmente na obra de pescar sonhos, mas somente quando o poder divino se combina com o esforço humano é que conseguimos alcançar êxito.
Tem muita gente que prefere ficar no porto com sua mediocridade , mas também há aqueles que constroem barcos, velas ao vento e vão para o mar todo dia pra pescar.
Muitas vezes seus esforços não são recompesados e os bossais do porto sempre tem palavras que desanimam. É preciso muita coragem para construir barcos e lançá-los ao mar. Eu sou pescador de sonhos e esses que ficam no porto falando mal, atrapalhando são os infelizes que ainda não se encontraram e que são covardes demais para entar no mar.
Grande Abraço
quarta-feira, 10 de março de 2010
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